À boleia do mundo #20 (Parte 3)
by
Andreia Morais
- março 30, 2016
Capítulo 20 (conclusão)
19.08.2015
Visualmente é lindíssimo, mas percorrer e colher todas estas vinhas deve ser um trabalho duro e bastante desgastante!
(Barca d'Alva)
À boleia do mundo #20 (Parte 2)
by
Andreia Morais
- março 29, 2016
Capítulo 20 (continuação)
19.08.2015
Tivesse eu palavras para descrever esta paisagem imensa. Parece uma manta de retalhos pintada a terra e a árvores, e água entre as margens.
À boleia do mundo #20 (Parte 1)
by
Andreia Morais
- março 28, 2016
Capítulo 20
Quarta-feira, 19.08.2015
07h30: Toca o despertador. É hora de pôr as malas no carro e regressar a casa.
Ausência
by
Andreia Morais
- março 27, 2016
«Gosto e preciso de ti», Mário Lago
Sem ti
A cama fica demasiado vazia
E os lençóis demasiado frios
E o meu corpo demasiado só
Jukebox #12
by
Andreia Morais
- março 26, 2016
«(...) Sei que não é fácil, não importa
Mas mesmo assim tu sabes dar a volta
O que li por aí #40
by
Andreia Morais
- março 25, 2016
«Eu queria te contar que agora não dói mais. Só que agora não importa tanto o que você vai pensar sobre isso.
Queria que você soubesse que já vi nossos filmes milhares de vezes e nem chorei. Ok, chorei. Mas pelo filme, e não por você. Queria que você soubesse que tirei a poeira das nossas músicas, e que as ouço quase todos os dias. Porque elas me faziam mais falta do que você fez. Os nossos lugares não são mais nossos. Eu já voltei lá com outras pessoas, e escrevi lá outras histórias… Eu estou aprendendo a tocar violão. E a primeira música que toquei foi aquela música que era uma espécie de hino pra nós dois. Ela é tão linda… E sim, ela continua sendo muito nossa e lembrando demais você. Mas ainda sim, não dói. Você não pergunta essas coisas, mas sei que gostaria de saber. Porque te conheço. E isso não mudou. Do mesmo jeito que adivinhei as coisas ruins que você aprontaria, eu sei as coisas boas que ficaram aí em você e te fazem lembrar de mim. Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive».
Caio Fernando Abreu














