Do capítulo «Aquele que me enche de orgulho», diretamente da categoria das genialidades. Quanto talento. Que momento magnífico. São estes detalhes de magia que fazem de ti o que és: o melhor!
Irritas-me! De uma maneira sem definição. Por isso é que te amo tanto - estes discursos diretos para ninguém em concreto afastam os fantasmas de um passado relativamente presente.
«Nós já não somos iguais, demos os passos finais. Vivemos tanto, passamos tanto para acabar assim», Diogo Piçarra.
Bateste no fundo. Vi o quanto as lágrimas te sufocaram o coração; o quanto te gelaram o olhar e entristeceram as feições do rosto. Paralisaste, como se a vida tivesse deixado de fazer sentido; como se o teu caminho tivesse chegado ao fim. Amparei-te no meu abraço, no meu colo, e ajudei-te a sarar as feridas. Mudei a minha vida por ti. E voltaria a fazê-lo mil vezes senão tivesses deixado de ser quem eu conheci.
«Ser e ter amigos é capaz de ser a maior e mais alegre ambição que se pode ter.
Custa mais perder os amigos que se perderam vivos do que aqueles que se perderam por terem morrido. Mentira: com os amigos que morreram nunca podemos fazer as pazes. Nunca nos zangámos com eles: morreram em paz connosco, fazendo-nos doer mais.
A Alice Twins, a quem agradeço desde já, nomeou-me para mais uma tag, que tem como regras: responder a todas as perguntas; nomear, no mínimo, onze blogues com menos de quinhentos seguidores (esta parte, já sabem, não vou fazer); colocar o selo da tag e o link de quem nos indicou. Tudo explicado, passemos ao que realmente interessa.
O meu coração pertence ao Porto, mas quero conhecer Portugal de Norte a Sul ao volante de uma Pão de Forma. Faço coleção de dedais. E vivo dentro de um Moleskine viajante, que regista todos os meus pensamentos periclitantes
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Fotografia da minha autoria «Gratidão não custa nada e tem um valor imenso» As gavetas da minha casa encantada , de peito a...